quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Sorrir Sempre


Sorrisos doces na boca, bem revelam o coração.
Quem recebe o teu sorriso, sabe bem da dimensão.
Até os olhos sorriem, acompanhando a alegria.
Quer ser feliz de verdade? Sorria... sorria... sorria...

Alguém vai também sorrir, retribuindo o carinho.
E de sorriso em sorriso, fica mais lindo o caminho.
Iluminado o semblante, não é que a alma extasia?
Quem não consegue sorrir, não conhece a alegria.

Que a alma se rejubile, enquanto o sorriso alarde.
Não tente apenas sorrir; tem que sorrir de verdade!
Verás, vão brilhar os olhos - que doçura, que beleza!

Tudo fica mais bonito, desaparece a tristeza.
Assim, olhando pra mim, é tão bom te ver sorrir.
Também vou sorrir pra ti e a alegria dividir.

♥ Mírian Warttusch

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Duas Bonecas

Eu trouxe uma bonequinha
De presente pra você
Para ser sua amiguinha
Bonitinha como quê!
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Por favor, cuide bem dela
Com beijinho e muito amor
Como faz toda mamãe
Vai tratá-la como flor!
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Você também é boneca
Que a todos veio encantar.
És a mais linda menina,
Que não cansamos de olhar!
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Duas bonecas agora…
Que grande felicidade!
Uma é feita de pano
Mas a outra... é de verdade!
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♦ Mírian Warttusch
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Obrigado!


Sempre que os nossos lábios disserem "obrigado"
Cuidemos de que o coração esteja presente.
Façamos realmente ter sentido dizer "obrigado"
E não dizê-lo, por dizer tão simplesmente.
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Se alguém merecer que lhe digamos "obrigado"
É tão bom fazê-lo, acompanhado de um sorriso.
Quem receber de nós vai adorar esse "obrigado",
Só isso é o bastante, nada mais será preciso.
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Assim, ao dizer-te neste momento, "obrigado"
Quero sorrir e também apertar a tua mão,
Quero que saibas, meu amigo, esse "obrigado"
Saiu do fundo do meu coração!
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♦ Mírian Warttusch
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O Morrer Gostoso da Vida

Nos braços do poente, morre a tarde...
Aves em bando morrem no horizonte;
Morrem uma à uma as horas - a alma arde !
Um morrer de ardores me goteja a fronte.
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Dias que morrem tristes, nessa ausência...
Meu pensamento morre, sem sentido;
Nesse morrer constante, com inocência,
Morro eu por ti, e tu por mim, querido.
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As tuas noites vêm morrer em brisas,
Quando em meu seio vens morrer de amores.
Mortas de ânsias, tuas mãos deslizas,
Sobre meu corpo a derramar fulgores!
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Beijos sequiosos vêm matar em mim,
Toda a saudade que me mata aos poucos...
E em nosso peito os corações, enfim,
Batem, morrendo aos saltos, como loucos!
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Toda a saudade, exala neste preito,
Morre a distância, louca, em teu encalço.
Ternas carícias morrem em nosso leito,
A paixão contida, morre num abraço.
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Quando meu corpo fechas nesse abraço,
Um gemido de amor nos lábios vem morrer...
E enquanto a lua, vai morrer no espaço,
Vêm os desejos morrer no amanhecer.
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♦ Mírian Warttusch
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domingo, 7 de dezembro de 2008

Cirandeando

Minha vida é uma ciranda
Que roda num desvario
Ai de mim se ela parar,
Sinto até um calafrio...
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Não pára minha ciranda
Que a vida está nessa roda
Se meu sono for profundo,
Não pára! Vê se me acorda.
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O sono que eu durmo agora,
É de pura letargia
Me acorda e me dá alento,
Faz do marasmo a magia.
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Se do amor fores no encalço
Roda depressa ciranda...
Mas gira bem devagar,
E ao encontrá-lo, não anda...
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A vida é assim mesmo,
Correndo, a nos seduzir...
Só não quero que ela páre,
Quando eu tiver que partir!
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♦ Mírian Warttusch
Imagem: pesquisa no Google